• Orientações Covid 19
  • Bahia estado voluntário
  • Bahia estado voluntário
  • Banner Racismo

Fala Menina

Preta Rara


O projeto Fala Menina tem como objetivo levar personalidades das mais diversas áreas para um bate-papo com jovens estudantes da rede pública sobre temáticas atuais que estejam relacionadas com o empoderamento feminino e a luta antirracista.

O Fala Menina é realizado desde 2016  pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Políticas para as Mulhers (SPM-BA) com apoio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SEPROMI). Faz parte da programação do mês dedicado às mulheres negras, latino-americanas e caribenhas.

A primeira edição, no Centro Cultural de Plataforma, abordou a cultura do estupro e contou com a participação da jovem atriz, dançarina e vocalista do grupo “Dream Team do Passinho”, Lellêzinha; da fundadora do Projeto Desabafo Social, Monique Evelle, considerada uma das mulheres mais inspiradoras do ano de 2015 pela Think Olga; e da diretora da União dos Estudantes da Bahia, Elis Sodré.

Em 2017, o evento foi realizado na Escola Severino Vieira, em Salvador, com a participação da cantora baiana Larissa Luz, da ativista, militante do movimento negro e feminista, Eliane Dias, empresária do grupo de rap Racionais MC, além da estudante MC Nutella. As convidadas dialogaram com os estudantes a partir do tema “Jovens negras: inspirar para Libertar”.

Já em 2018 a edição teve como convidada a rapper paulista MC Sofia, que participou de uma roda de conversa com estudantes do Colégio Central, em Salvador, com o tema “Contra o machismo e o racismo”.  Em 2019 foi a vez da rapper, poetisa e historiadora paulista Preta Rara conversar com estudantes do Colégio Estadual Thales de Azevedo, em um bate papo sobre “Empoderamento feminino e combate ao racismo”.

Em sete anos,  o Projeto Fala Menina foi suspenso apenas em 2020, no primeiro ano da pandemia de covid-19. Em 2021, a edição virtual abordou o tema “As mina nas redes”, com a participação da jornalista baiana Ashley Malia, criadora do perfil Papo Afro, e da estudante Fatou N’diaye, que se tornou conhecida no país depois de ter sido alvo de racismo de estudantes do colégio Liceu Franco-Brasileiro, no Rio de Janeiro.

O projeto retornou de modo presencial em 2022 no Colégio Estadual Vila Canária. A palestra da vez foi a escritora, pesquisadora e vice-diretora do Instituto de Química da UFBA, Bárbara Carine, que abordou o tema ““Sim à diversidade e não às desigualdades! Por uma educação não sexista e antirracista”.

Autora de oito livros, entre eles “Descolonizando saberes: mulheres negras na ciência", finalista do Prêmio Jabuti 2021, na categoria Ciências. Bárbara Carine tem se dedicado à divulgação da produção científica, tecnológica e intelectual de pessoas negras nos mais diversos campos do saber. Graduada em química e filosofia, com mestrado e doutorado em Ensino de Química pela UFBA, Bárbara tem se destacado também nas redes sociais, como influenciadora digital, com o perfil @uma_intelectual_diferentona.


Notícias
Recomendar esta página via e-mail: